Os dias de uma bipolar

Os dias de uma bipolar refletem os meus pensamentos sobre o uqe sempre fui e a descoberta da doença Bipolar tab2, desvendando o que se falar sobre um bipolar e como é viver se descombrindo e sendo um bipolar.

acho que esta combina mais com o meu dia

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Escrito por osdiasdeumabipolar

outubro 21, 2010 em 5:52 pm

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Hoje estou assim

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Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 29, 2010 em 7:43 pm

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a salvação… a volta da hipomania

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Achei a musica do meu dia… bem bi!!!

Quando você me ouvir cantar
Venha não creia eu não corro perigo
Digo não digo não ligo, deixo no ar
Eu sigo apenas porque eu gosto de cantar
Tudo vai mal, tudo
Tudo é igual quando eu canto e sou mudo
Mas eu não minto não minto
Estou longe e perto
Sinto alegrias tristezas e brinco

Meu amor
Tudo em volta está deserto tudo certo
Tudo certo como dois e dois são cinco

Quando você me ouvir chorar
Tente não cante não conte comigo
Falo não calo não falo deixo sangrar
Algumas lágrimas bastam pra consolar
Tudo vai mal, tudo
Tudo mudou não me iludo e contudo
A mesma porta sem trinco, o mesmo teto
E a mesma lua a furar nosso zinco

Meu amor
Tudo em volta está deserto tudo certo
Tudo certo como dois e dois são cinco
Meu amor
Tudo em volta está deserto tudo certo
Tudo certo como dois e dois são cinco
Meu amor
Tudo em volta está deserto tudo certo
Tudo certo como dois e dois são cinco

Cinco
Roberto Carlos

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 29, 2010 em 7:42 pm

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Tokio todos no mesmo lugar

Tokio

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 20, 2010 em 1:30 pm

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o que é um Bipolar Tab ll

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A diferença se dá que o TAb II não ttem surtos de Hipomania que é diferende do quadro de mania .

http://transtornoafetivobipolar.com/2008/10/02/episodio-hipomaniaco-no-dsm-iv/

EPISÓDIO HIPOMANÍACO – DSM.IV

Características do Episódio
Um Episódio Hipomaníaco é definido como um período distinto, durante o qual existe um humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável, com duração mínima de 4 dias (Critério A).

O período de humor anormal deve ser acompanhado por pelo menos três sintomas adicionais de uma lista que inclui auto-estima inflada ou grandiosidade (não-delirante), necessidade de sono diminuída, pressão da fala, fuga de idéias, distratibilidade, maior envolvimento em atividades dirigidas a objetivos ou agitação psicomotora, e envolvimento excessivo em atividades prazerosas com um alto potencial para conseqüências dolorosas (Critério B).

Se o humor é irritável ao invés de elevado ou expansivo, pelo menos quatro dos sintomas anteriores devem estar presentes. Esta lista de sintomas adicionais é idêntica àquela que define o Episódio Maníaco, exceto pela ausência de delírios ou alucinações.

O humor durante um Episódio Hipomaníaco deve estar nitidamente diferente do humor não-deprimido habitual do indivíduo, e deve haver uma nítida alteração no funcionamento, que não é característica do funcionamento habitual do indivíduo (Critério C).

Uma vez que as alterações no humor e funcionamento devem ser observáveis por outros (Critério D), a avaliação deste critério freqüentemente exigirá a entrevista de outros informantes (por ex., membros da família). A história obtida a partir de outros informantes é particularmente importante na avaliação de adolescentes.

Comparado com um Episódio Maníaco, um Episódio Hipomaníaco não é suficientemente severo para causar prejuízo acentuado no funcionamento social ou ocupacional ou para exigir a hospitalização, nem existem características psicóticas (Critério E).

A alteração no funcionamento em alguns indivíduos pode assumir a forma de um aumento acentuado na eficiência, realizações ou criatividade. Entretanto, em outros, a hipomania pode causar algum prejuízo social ou ocupacional.

A perturbação do humor e outros sintomas não devem ser decorrentes dos efeitos fisiológicos diretos de uma droga de abuso, de um medicamento, outro tratamento para a depressão (terapia eletroconvulsiva ou terapia com luzes) ou exposição a uma toxina. O episódio também não deve ser decorrente dos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica geral (por ex., esclerose múltipla, tumor cerebral) (Critério F).

Sintomas como os que são vistos no Episódio Hipomaníaco podem ser devido aos efeitos fisiológicos diretos de um medicamento antidepressivo, terapia eletroconvulsiva, fototerapia ou medicamentos prescritos para outras condições médicas gerais (por ex., corticosteróides).

Estas apresentações não são consideradas Episódios Hipomaníacos e não contam para um diagnóstico de Transtorno Bipolar II. Por exemplo, se uma pessoa com Transtorno Depressivo Maior recorrente desenvolve sintomas de um episódio do tipo hipomaníaco durante um curso de medicamento antidepressivo, o episódio é diagnosticado como Transtorno do Humor Induzido por Substância, com Características Maníacas, não se modificando o diagnóstico de Transtorno Depressivo Maior para Transtorno Bipolar II.

Algumas evidências sugerem a possível existência de uma “diátese” bipolar em indivíduos que desenvolvem episódios tipo maníacos ou tipo hipomaníacos após um tratamento somático para a depressão. Esses indivíduos podem ter uma maior probabilidade de futuros Episódios Maníacos ou Hipomaníacos não relacionados a substâncias ou a tratamentos somáticos para a depressão.

O humor elevado em um Episódio Hipomaníaco é descrito como eufórico, incomumente bom, alegre ou excitado. Embora o humor da pessoa possa ter uma qualidade contagiante para o observador sem envolvimento, ele é reconhecido como uma alteração do humor habitual da pessoa por aqueles que a conhecem bem.

A qualidade expansiva da perturbação do humor é caracterizada por entusiasmo por interações sociais, interpessoais ou profissionais. Embora o humor elevado seja considerado prototípico, a perturbação do humor pode ser irritável ou alternar entre euforia e irritabilidade. Caracteristicamente, está presente uma auto-estima inflada, geralmente em nível de uma autoconfiança sem crítica ao invés de grandiosidade acentuada (Critério B1).

Existe, com bastante freqüência, uma necessidade de sono diminuída (Critério B2): a pessoa desperta antes do horário habitual com maior energia. A fala de uma pessoa em um Episódio Hipomaníaco pode ser um pouco mais alta e mais rápida do que o habitual, mas não é tipicamente difícil de interromper.

Ela pode apresentar-se repleta de piadas, trocadilhos, jogos de palavras e irrelevâncias (Critério B3). A fuga de idéias é incomum e, se presente, dura por períodos muito breves (Critério B4).

A distratibilidade também está freqüentemente presente, evidenciada por rápidas mudanças na fala ou atividade em conseqüência da resposta a vários estímulos irrelevantes (Critério B5). O aumento da atividade dirigida a objetivos pode envolver planejamento e participação de múltiplas atividades (Critério B6).

Essas atividades com freqüência são criativas e produtivas (por ex., escrever uma carta ao editor, colocar a papelada em ordem). A sociabilidade geralmente está aumentada e pode haver um aumento da atividade sexual. Pode haver atividade impulsiva, como surtos de compras, direção imprudente ou investimentos financeiros tolos (Critério B7).

Entretanto, essas atividades geralmente são organizadas, não bizarras, e não acarretam o nível de prejuízo característico de um Episódio Maníaco.

Características Específicas à Cultura e à Idade
As considerações culturais sugeridas para os Episódios Depressivos Maiores valem também para os Episódios Hipomaníacos. Em pessoas mais jovens (por ex., adolescentes), os Episódios Hipomaníacos podem estar associados com gazeta à escola, comportamento anti-social, repetência ou uso de substâncias.

Curso
Um Episódio Hipomaníaco tipicamente inicia com um rápido aumento dos sintomas dentro de um ou dois dias. Os episódios podem durar várias semanas a meses e em geral têm um início mais abrupto e são mais breves do que os Episódios Depressivos Maiores.

Em muitos casos, o Episódio Hipomaníaco pode ser precedido ou seguido por um Episódio Depressivo Maior. Estudos sugerem que 5 a 15% dos indivíduos com hipomania acabam desenvolvendo um Episódio Maníaco.

Diagnóstico Diferencial
Um Episódio Hipomaníaco deve ser diferenciado de um Transtorno do Humor Devido a uma Condição Médica Geral. O diagnóstico é de Transtorno do Humor Devido a uma Condição Médica Geral se a perturbação do humor é considerada a conseqüência fisiológica direta de uma condição médica geral específica (por ex., esclerose múltipla, tumor cerebral, síndrome de Cushing).

Esta determinação fundamenta-se na história, achados laboratoriais ou exame físico. Se o clínico julgar que os sintomas hipomaníacos não são a conseqüência fisiológica direta da condição médica geral, então o Transtorno de Humor primário é registrado no Eixo I (por ex., Transtorno Bipolar I) e a condição médica geral, no Eixo III (por ex., infarto do miocárdio).

Um Transtorno do Humor Induzido por Substância é diferenciado de um Episódio Hipomaníaco pelo fato de que uma substância (por ex., droga de abuso, medicamento ou exposição a uma toxina) está etiologicamente relacionada à perturbação do humor.

Sintomas como os que são vistos em um Episódio Hipomaníaco podem ser precipitados por uma droga de abuso (por ex., os sintomas hipomaníacos que ocorrem apenas no contexto da intoxicação com cocaína são diagnosticados como Transtorno do Humor Induzido por Cocaína, Com Características Maníacas, Com Início Durante Intoxicação).

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 20, 2010 em 12:59 pm

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Ontem

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Ontem é hoje continuo me sentindo péssima por ter que tomar todos estes remédios e por acreditar que em uma fração de segundo tudo voltaria a ser como antes ou melhor, que simplesmente poderia acordar de todo este processo de melhora já que não existe cura.
Estou cansada é muito solitário, não tenho meus amigos por perto não quero estar perto de ninguém e me sinto culpada por não poder ser uma pessoa melhor, por não conseguir cumprir a s minhas promessas.

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 16, 2010 em 5:13 pm

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Estou amarrada

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Estou amarrada na terapia, 2x por semana… toda vez saio para ir me sinto indo para um abatedouro, mas quando vou embora me sinto com dever comprido.
O que me anima é que não ficamos revirando o passado, talvez não seja o tempo, mas a terapia do gestalt trata do agora em tentar entender o presente e rever com outro olhos, pelo menos tenho sentido assim, mas é pouco tempo azem 2 semanas e meia.
Tenho medo e me assusta ficar revirando coisas porque nunca consigo coloca-las em lugar depois.

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 15, 2010 em 3:31 pm

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O que seria melhor?

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No momento não sei nunca estive tão perdida na minha vida, quando era adolescente tinha o ímpeto de lutar contra a estatística que me levaria a ser uma pessoa comum.. .hoje já não sei de mais nada, ser uma pessoa fora do padrão foi o que me fez o que sou.
Trabalhar com moda novamente?! Já estou fora do mercado sem contato algum há quase dois anos, como posso justificar esta pausa, por outro lado posso me atualizar rapidamente, mas não sei se quero, ainda estou tão fora do peso que as vezes não me reconheço neste corpo. São tantas questões porque tenho que passar por toda esta indagação agora com 40 anos, me sinto velha as vezes, mas me sinto tão imatura ao mesmo tempo… o que seria melhor ter 18 ou 40???
A grande questão é que já não sei se tenho sonhos, preciso procurá-los, mas hoje parecem sem sentido, mas o lado positivo que consegui realizar os sonhos mais irrealizáveis de quanto tinha 18 anos, faço parte da estatística das coisas impossíveis que se tornaram realizada.
A minha depressão já era de longa data, a fase de euforia no meu caso era uma forma de sair da depressão era como buscar um ar fora do abismo, dava resultato me tornava altamente produtiva, espirituaso, com um humor acido.
Hoje o que eu sou???? Não sei os remédios me deixam tranqüila e estável, já não consigo fazer varias coisas ao mesmo tempo, mas tenho um pouco de paz para fazer uma coisa sõ por um período maior, não consigo me concertar mas fico tranqüila, registar os dias tem sido um experiência de treinar a memória, a coordenação.

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 10, 2010 em 3:19 pm

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Sai do rehab

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Depois de 3 meses tive alta do Hospital Dia, para quem não sabe é um hospital para tratamento psiquiátrico, pode assustar, mas é um esquema bacana.
É uma clinica onde o paciente é assistido durante o dia por psicoterapeutas, psiquiatras é participa de varias atividades terapêuticas, como TO entre outras (falo mais em outro post)
Todas os olhares estão voltados para o paciente, o que torna mais fácil a identificação de um diagnostico, assim como chegar a medicação e dosagem adequada.
Por sorte a medicação funcionou na primeira tentativa, tomo Seroquel 300 por dia e lamitor 175, a medicação não é barata, mas correr o risco de voltar a estaca zero no tratamento me amedronta, resolvi esperara poder reduzir as dosagens.
Enfim tive alta!!!! estou por ai, fazendo terapia 2 vezes por semana…

Escrito por osdiasdeumabipolar

setembro 9, 2010 em 5:11 pm

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Comecei hoje a psicoterapia com base na Gestalt, segue o link abaixo para maior informação, meu psiquiatra com base no meu quadro me indicou, é uma abordagem bem interessante.
Fiz psicoterapia analitica em 2002, odiei e acabei fugindo por ser muito rigida.

http://www.igestalt.psc.br/psicogest.htm

Escrito por osdiasdeumabipolar

agosto 30, 2010 em 10:34 pm

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